Bem básico, rápido, delicioso e perfeito para quando a banana está quase passando do ponto de consumo. Ótimo com um cafezinho, esse bolinho tem a receita publicada em um monte de sites e blogs. Testada e aprovada! Estraga mais rápido que os bolos comuns, portanto se sua família não der conta, passe logo para frente! Levei para casa de minha avó e foi um sucesso. Segue a receita!
Bolo de Banana com Goiabada
Ingredientes:
5 bananas maduras
1/2 goiabada (+ou- 300 gramas)
3 ovos
1/2 xícara de óleo
2 xícaras de açúcar
2 xícaras de farinha de trigo
1 colher de sopa de canela em pó
1 colher de sopa de fermento em pó
Preparo:
No liquidificador, bata o oléo, os ovos, o açúcar e 2 bananas. Peneire o trigo, a canela e o fermento numa vasilha e despeje o batido do liquidificador, misturando bem. Junte a goiabada e a banana restante, em cubinhos. Asse em forma untada, em forno médio por uns 45 minutos.
Não sei o nome da síndrome, mas desde sempre tenho pensamentos repetitivos. Ainda por cima sou escorpiana! Aí é que Fudeu a tabaca de xôla! Tentei de todas as maneiras me livrar dessa neurose (?). Como diz Renato Russo numa canção, de heroína a Jesus. Há um dado momento, vi que não adiantava: isso faz parte de mim, da minha personalidade, da minha forma de entender o mundo. Psiquiatra? Não, obrigada, não preciso de mais drogas. E sim, já fui. Admitindo isso como um TRAÇO imutável, passei a pensar repetitivamente o quanto era auto-crítica (e o quanto isso acabava por me engessar) e ego-centrica (aham).
Até que, com muito custo, muitos problemas e incompreensão, fui traçando o caminho do bem da auto-sujestão e passei a usar esses pensamentos repetitivos a meu favor. E tem funcionado.
Mudanças de atitude me levaram de volta a escola. Passei por um processo seletivo uÓ, gastei uma grana em fardamento e materiais... Estou estudando cozinha em tempo integral, de 8 `as 17h, de segunda a sexta, em um restaurante escola. Meus pés doem a noite. As mãos também. Sem uma gota de perfume, sem um pingo de maquiagem e nenhuma corzinha nas unhas, agora curtas. Apaixonada sempre fui, porém cozinha para mim sempre foi de dentro para fora, nunca de fora para dentro. Venho aprendendo pelo menos uma coisa nova por dia e sempre tirando dúvidas. Aprendendo a lidar com gente muito diferente de mim. Reaprendendo a lidar com autoridade. Reaprendendo a lidar com inveja, competição. Reaprendendo a fazer coxinha de galinha, massa brisée, os cortes, segurança alimentar...
É uma delícia aprender as técnicas. Me dei conta que não tinha nem um livrinho sequer. Com ela, você consegue por em prática qualquer receita. E depois de dominá-la é que sim, vem a criação. E, para dominar, erros, acertos e muitas repetições, demora apenas o tempo necessário para que venha junto o respeito pelo aprendizado e o deleite.
Sim, estou muito feliz. E felicidade dá uma foooome!
Essa receita é do Chef Mark Bittman, do New York Times e autor de um livro que gosto muitíssimo, chamado "Tudo e Mais um Pouco". Vale MESMO a pena procurar essas sardinhas portuguesas no azeite, faz toda a diferença. Achei por aqui por menos de R$5,00. É um prato siciliano, pré-colombiano - ou seja, não tinha tomate ainda na Itália. Outra surpresa é o crocante da farinha de rosca na massa. Já variei bastante: no dia que não tinha salsa coloquei majericão e cebolinha; já fiz com a sardinha apimentada da mesma marca, com raspas de limão taiti, torrei a farinha de rosca no azeite da própria sardinha e sempre acrescento uma pimentinha a mais...
Massa com Sardinha e Salsa
Ingredientes:
Farinha de rosca torrada em azeite na frigideira (+ou- 1/2 xícara)
Azeite
1 cebolas em cubos
raspas de 1/2 limão siciliano
3 colheres de sopa de alcaparras
1 lata de sardinhas conservadas no azeite
1 pimenta dedo-de-moça picadinha
Salsinha picada
Macarrão perciatelli (já fiz com espaguete e talharim, como na foto e continua show)
Preparo:
Coloque a água da massa para ferver, enquanto separa e pica os ingredientes. Depois de torrar a farinha de rosca no azeite e por em outro recipiente, comece a dourar a cebola. Coloque a massa na água fervente e salgada. Após 5 minutos, acrescente os outros ingredientes, mexendo por mais 5 minutos (todos, menos a salsa e a farinha de rosca). No tempo correto, escorra a massa, guardando um pouquinho da água, caso a massa resseque. Jogue a massa na frigideira e veja se é necessário um pouco da aguinha da cocção do macarrão, juntando a salsa e a farinha de rosca, mexendo bem. COMA RÁPIDO! É uma diferente e deliciosa forma de fazer um macarrão com sardinha.
Rapaz, esse livreto "O melhor da coleção de Istáven Wessel", editado pela marca de uísque White Horse é muito bom. Parece que todo mundo tem esse danadinho, né? Não sei como veio parar aqui, se comprava a bebida e ganhava ele... Só sei que sempre morri de vontade de preparar um burger dele, mas me contentava lendo as receitas. São muitos espetaculosas! Muito babado pra pouco pano, nego! Cada molho, cada acompanhamento... Ai ai... Engorda só de pensar. São hambúrgeres de responsa, na categoria 'refeição', como ele mesmo diz... O cara é muito fodão... Sou fã. O site dele é ótimo: http://www.wessel.com.br/ e gosto muito do blog antigo também: http://receitasdowessel.blogspot.com/
Dia desses fui num restaurante que servia seus sandubas acompanhados com cebola caramelada. Tarei nela. Pedi logo mais 2 porções, só para mim...
Folheando o livro vi essa receita e tomei coragem. Uma lista de compras, mercado e padaria depois, estava eu na cozinha com o livro aberto na página 20. Fiz metade da receita dos sandubas e dobrei a quantidade da receita da cebola, para deixar na geladeira e incrementar o pão-com-queijo nosso de cada dia . RECOMENDO!
Segue a receita adaptada do babado:
Hambúrger Califórina Grelhado com Abacate e Cebola Caramelizada
Hambúrgueres
400g de patinho (na receita original ele pede 350g de maminha moída + 50g de gordura bovina moída, porém meu super-mercado não me deu essa opção, optei pelo patinho, que é uma carninha com gordurinha)
1 cálice de vinho branco seco
1/2 cebola pequena picada
orégano, tomilho e manjericão misturados (1/2 colher de sopa de cada)
1/2 colher de sopa de tabasco
sal/ óleo vegetal para untar
Cebola
2 cebolas grandes fatiadas fininhas
2 colheres de sopa de tabasco
2 colheres de sopa de caldo de carne
2 colheres de sopa de vinagre balsâmico
2 colheres de sopa de azeite
2 colheres de sopa de alho picado
2 colheres de sopa de açúcar mascavo
Pasta de Blue Cheese
100g de ricota com 1 alho pequeno amassado e ervas finas, amassada com 2 colheres de sopa de requeijão + 60g de gorgonzola
Abacate:
4 fatias de abacate
vinagre balsâmico
Sal
E o resto:
2 pães redondos com casca firme
4 folhas de alface
2 fatias de tomate
4 fatias de bacon fritas e sequinhas
A cebola se faz na frigideira. Coloca tudo e cozinha por uns 20 minutos, até ficar bem caramelizada e quase sequinha.
A pasta de blue cheese: só misturar tudo muito bem (um garfo ajuda)
O hambúrguer: misture tudo. Molde 2 'puta' hamburgueres com as mãos. Esquente bastante a frigideira, depois jogue um fio de óleo e espalhe bem. Grelhe cada lado por +ou- 5 minutos.
Unte o abacate com o balsâmico e uma pitada de sal e grelhe na mesma frigideira rapidinho, dos 2 lados (1 a 2 minutos).
MONTAGEM:
Abra seu pãozão, coloque a pasta de queijo, depois a alface, depois o tomate, acomode o burgão, atoche cebola, ajeite as 2 fatias de abacate, as duas fatias de bacon e a tampa do pão.
AGORA É A HORA MAIS DIFÍCIL, CRIANÇAS, CHAMEM UM ADULTO:
Delicadamente, desloque seu maxilar até que sua boca abarque esse monstro de sabores!
Gostoso pra kct!
Não sou das pessoas mais carnívoras, mas confesso que as vezes me bate uma sede de saaaiiiiiiingue!
Há quem não goste de peixe de rio. Eles realmente tem um saborzinho de barro hehehe
A tilápia é um peixe muito branquinho, macio e que ultimamente encontramos em filé fresco e por um ótimo preço no mercado. Vai bem em diversos preparos: com molho de queijo, de forno com vinho, salteada no azeite...
Confesso que adoro um empanadinho, preferencialmente na aveia. E amo de paixão a combinação peixe + manteiga.
Entããão, dessa vez fiz assim:
Pus os sal e pimenta, passei no ovo e depois na aveia e assei na frigideira com pouquíssimo azeite. Por isso que ficou assim, escurinho. Aí depois derreti bastante manteiga e joguei umas alcaparrinhas (deixei uns 30 minutos de molho em água, pois sempre acho muito salgadas), piguei umas gotinhas de suco de limão e coloquei sobre o peixe já no prato. Arroz com espinafre para acompanhar, com salada de alface e tomate, regada com o molhinho da receita a seguir: uma quase conserva de vegetais (ótima para quem mora sozinho)
Quase Conserva de Vegetais:
*. Legumes ao vapor (FIRMES) - costumo usar: cenoura, batata, brócolis, vargem, acelga e abobrinha. Esse eu fiz apenas com cenoura e brócolis.
*. 1/2 xícara de azeite
*.1 dedo (na xícara de azeite) de vinagre de vinho tinto
*.2 dentes de alho espremidos
*. sal, pimenta e alguma ervinha de sua preferência (aqui usei um tico de alecrim fresco)
Coloque os vegetais numa travessa com tampa (que vede bem) e ainda quente despeje o molhinho com os ingredientes acima. Deixe esfriar e coloque na geladeira. Dura até 5 dias (isso depende muito dos vegetais).
suculento e boiando na manteiga, do jeito que o diabo gosta!
Rapaz, se tem um cara que eu tiro meu chapéu é pra esse danado!
Era pirralha quando ele inaugurou o Oficina do Sabor, que fica na rua da minha avó, onde praticamente fui criada. Só mocinha é que entrei lá, achando tudo LINDO e perfeito, me sentindo uma global (não tem famosidade que venha pras bandas de cá, que não dê uma chegadinha por lá). Foi onde aprendi a gostar de jerimum, jesus! Eu tinha verdadeiro horror! Minha tia que me levou lá insistiu muito, disse que era pecado não comer. E realmente, quem não experimenta o jerimum dele, não vai pro céu. O cardápio inteiro é maravilhoso. Ai, e gostei tanto dele ter ficado tão p* da vida quanto eu, quando a vigilância sanitária proibiu o uso da colher de pau... Acho absurda essa proibição. Tudo bem que deve ficar mesmo alguma coisa na madeira da colher (mas acredito piamente que levando sol, tá tudo certo), e com a colher de plástico, filho, é a colher que fica na comida (peça pra ver um dia uma colher de restaurante, se não falta três dedo de colher! Sabe pra onde foi? Pro seu pratinho)...
Quem quiser saber mais, esse é o site do restaurante: http://www.oficinadosabor.com/
Não deixe de ver o documentário no canto inferior direito da página.
A receita está no ctrl+c + ctrl+v, desse mesmo site.
JERIMUM FREVO É
INGREDIENTES:
15 Camarões pré-cozidos e descascados
4 Lagostas pré-cozidas e descascadas
2 Xícaras de calda de maracujá
½ Cebola cortada em tirinhas
1 Colher (sopa) manteiga
1 Colher (sopa) azeite de oliva
1 Colher (sopa) mostarda
1 Colher (chá) tempera tudo
10 Frutos de zimbro
1 Colher (chá) endro
1 Jerimum jacarezinho de 1,½ kg
1 Colher (sopa) requeijão
PREPARO:
Dore a cebola na manteiga e no azeite, acrescente a calda de maracujá com um pouco de água, tempere
com o restante dos ingredientes, coloque os camarões e as lagostas, deixe cozinhar um pouco e engrosse
com a maizena diluída na água, reserve. Abra o jerimum com um tampo, retire toda a semente, lave a
casca com sabão e água, coloque no forno em um tabuleiro com água, deixe cozinhar entre 30 e 40
minutos. Depois do jerimum cozinhado, recheie com o creme de maracujá já preparado e finalize com a
colher de requeijão.
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Minha única observação é quanto ao preparo do jerimum: tem que ficar BEM macio, o que não aconteceu com o meu em 40 minutos. Coloquei a foto (está péssima, mas ilustrativa) de como 'tratar' o bicho. Com uma faquinha pequena e pontuda, faça o corte retirando a tampa, depois pegue uma colher e retire as sementes. É duro, viu? Ah! E coloca a parte aberta do jerimum para baixo, atentado para não deixar a água secar, belezau?
Uma Gérbera para você César!
OBS.: tem uns restaurantes por aí com o 'Camarão na Moranga' no cardápio. Cuidado, pois em mais de dois já pedi e usam o jerimum cru, APENAS PARA SERVIR! Ai que raiva que dá de tamanho desperdício!
Vi uma receita parecida com essa num livro que curto muito: 200 receitas vegetarianas criativas (da coleção 'culinária de todas as cores'). O livro é fofo, tudo que fiz dele ficou ótimo e tem fotos lindas e apetitosas. Retirei dele apenas a ideia de assar o jerimum no forno até ficar macio, pincelado com azeite. O pesto fiz com 2 xícaras de salsa, 1/2 xícara de azeite, 1/3 de xícara de castanha de caju e 1 taco (+ou- 1 colher de sopa) de parmesão. Passei no processador e só.
O arroz (integral como sempre), levou couve refogadinha e um tico açafrão. Já arrumadinho no prato, coloquei 1 colher de sopa de farinha de linhaça (que estava especialmente saborosa). Tomate cereja e rúcula, temperadas com um fio de azeite e gotinhas de limão, com um restinho de carne de porco de ontem, cozida no vinho tinto (que na foto mais parece um sapo, preste atenção :p ).
É engraçado, as vezes comparo a cozinha com a fotografia analógica. Quando se domina a técnica e se sabe o que está fazendo usando aquela combinação de elementos, ficamos com uma margem de segurança de que 'vai prestar' e daí podemos nos abrir para a criação. Porém, o resultado final de VERDADE, só vem quando o filme é revelado e ampliado - e o prato, degustado.
Fiquei escaneando a geladeira mentalmente e "vi" um franguinho descongelado dando sopa. Corri para prateleira de temperos e simpatizei com a cor belíssima do dendê. Pimenta dedo-de-moça? Tinha também! Para acompanhar, arroz da terra (de leite) para agradar o paladar do marido sertanejo. Habitualmente, ele elogia minhas comidinhas, mas dessa vez, ele fez um escândalo.
Ficou bem gostoso mesmo e a harmonização dos sabores e texturas, foi o que mais chamou a atenção nesse almocinho. DE BABAR!
Receita!
Arroz de leite:
1 xícara de arroz da terra (arroz vermelho)
2 xícaras de água
1 xícara de leite
2 colheres de sopa de cebola ralada
1 colher de sopa de manteiga + 1 de chá
quanto baste de sal
Refogue a cebola na manteiga. Junte o arroz lavado e o sal e refogue mais um pouco. Junte a água e cozinhe até quase secar. Acrescente o leite distribuindo uniformemente pela panela e deixe secar. Desligue o fogo, junte a colher de chá de manteiga e mexa para não grudar.
Galinha no Dendê
300 g de frango em pedaços (para frango `a passarinha)
2 cenourinhas pequenas orgânicas
1 colher de sopa de azeite
2 colheres de sopa de azeite de dendê
2 colheres de sopa de molhinho verde (ver receita aqui)
1 colher de sopa de extrato de tomate orgânico
2 pimentas dedo-de-moça picadas, sem sementes
1 dente de alho picado
1/2 cebola
1/2 tomate
3 colheres de sopa de pimentão vermelho picado
4 colheres de sopa de cheiro-verde
sal e pimenta-do-reino
Doure ligeiramente o frango no azeite, acrescente todas as verduras, menos o cheiro-verde, 1 xícara de água e deixe cozinhar por uns 10 minutos na panela fechada. Acrescente o extrato e o molhinho verde. Salgue, coloque a pimenta-do-reino e o dendê. Acrescente mais um pouco d’água se necessário (coloquei + 1/2 xícara). Cozinhe até formar um molhinho grosso, coloque o cheiro-verde, misture bem, desligue.
Sirva com batata-doce em rodelas.
Uma dica: quando estou com pressa, coloco a batata no microondas numa terrina com água por 5 minutos na potência alto, viro o lado e deixo + 5 min. Fica boa, mas gostosa 100%, só no forno enrolada com papel alumínio. Nunca cronometrei, mas acho que leva mais de 1 hora...
Rapaz, quando minha amiga Sayo falou dessa receita, jurava que só comeria se passasse o natal na casa dela... Meses depois, perguntei de que livro era "Nada, mulher, vi em Ana Maria Braga!" hahaha
Ê Ana Maria, arrasou!
Tive que adaptar a receita, pois na verdade a original leva também purê de uma tal de batata baroa, que eu nunca tinha ouvido falar. Não sei se é inhame... Será?
São tantos nomes para as mesmas raizes nesse Brasilzão, que chega uma hora que a gente cansa, né?
Macaxeira, inhame, cará, batata-doce... Mandioca, aipim, mandioquinha, batata-baroa... ai ai...
Pois eu tinha bacalhau, tinha batata-doce, tinha batata inglesa e tinha coco de verdade, comprado na feira já ralado e congelado.
Dessalguei e puxei no azeite com alho e cebola, 300g de bacalhau
Fiz 2 purês: 1 de batata-doce e 1 de batata inglesa (300g da cada batata), com leite-de-coco bem grosso de 1 coco inteiro e 1/2 caixinha de creme de leite em cada. Usei sal e uma manteiguinha também. O purê deve ficar firme.
Fiz um pouco de molho branco: ralei 1/2 cebola, refoguei em 2 colheres de sopa de manteiga, juntei 3 colheres de sopa de farinha de trigo e fui acrescentando 150ml de leite, aos poucos, mexendo bem e depois 150ml de leite de coco. Depois foi só acertar o sal e pôr uma pimentinha moída na hora.
Ralei 100g de queijo mussarela, 100g de queijo parmesão e 1/2 pão francês.
MONTANDO:
Untei uma travessa de vidro com manteiga e coloquei o purê de batata inglêsa. Depois, um pouco do molho branco e o bacalhau por cima. Mais molho branco e o purê de batata-doce. O restinho do molho branco e os queijos misturados com o pão ralado. Gratinei no forno alto e nem deu tempo de fazer a foto com o prato fechado!
É delicioso!
Inhame: lava e descasca correndo, pq coça que nem urtiga nas peles mais sensíveis tratadas com dove, joga na água com sal e quando espetar o garfo que estiver molinho, tá pronto.
Carne de Sol: se estiver muito salgada, dá uma escaldada rápida, escorre, frita com um fio de manteiga de garrafa, joga cebola, alho e tomate.
Pega o inhame de jeito, põe no prato, joga a carne em cima, do jeito que você achar mais bonito e derrama MANTEIGA DE GARRAFA com gosto!
Ah! Um suquinho geladinho de acerola harmoniza mui bem! hahhahaha
Será que esse blog terá algum dia um post tão cretino quanto esse???
Ou arroz com qualquer coisa.
É aquela história: se tem restinho de arroz na geladeira, camarão fresco (peixe, carne, frango ou cogumelo) e verdurinhas dando bobeira, junta na chapa quente que sempre sai uma refeição leve, gostosa e saudável.
Hoje sem muito pra-quê-isso, RECEITA (a foto já diz tudo):
2 xícaras de arroz integral cozido
300g de camarão sem casca temperado com sal e pimenta
3 dentes de alho grandes fatiados
1 cebola fatiada
2 cenouras pequenas fatiadas
1/4 de maço de acelga fatiado
1/4 de maço de espinafre fatiado
1 pedacinho (uns 4 dedos) de pimentão vermelho e verde fatiados
Sal e pimenta
Óleo de gergelim torrado
Gergelim torrado e cebolinha `a gosto
Aqueça a frigideira, coloque um pouco de óleo de gergelim e doure os camarões por uns 5 minutos (se sua chama for forte). Reserve os camarões, coloque mais óleo na frigideira e comece a refogar as verdurinhas. Gosto de pôr na frigideira na ordem descrita acima. Quando estiver tudo QUASE no ponto, devolva os camarões, jogue o arroz, um bom punhado de gergelim torradinho, mexendo bem. Apague o fogo quando o arroz estiver bem quente. Acerte o sal, moa a pimenta, dê um "ganho" no óleo de gergelim e sirva os pratos, jogando a cebolinha crua e mais gergelim por cima.
O segredo desse tipo de prato é saber o qual verdura cozinha primeiro. Na verdade é o que você quer que fique mais cozido que o quê e colocar o arroz na panela só para esquentar e misturar.
Não sei por que o filé de porco é tão barato e tem tão baixa popularidade. É uma carne maravilhosa, muito mais macia e suculenta que seu primo rico, o lombo. Fica bem em diversos tipos de preparo, só não aqueles que cozinham muuuuito, pois desmancha com facilidade (se for essa a intenção, já sabe, né?) Fiz de todo jeito essa semana e percebi que só no sal e na pimenta, em fatias fininhas na chapa, fica muito, muito bom. Assado em tirinhas, e com um molhinho de tomate por cima ficou uma delícia com pão. É uma carne bonita e versátil. A receita abaixo mostra uma forma diferente de prepará-lo, fugindo um pouco do agridoce clássico. Minha queridíssima vizinha trouxe o Chimy-chumy de uma viagem para mim. É um mix de temperinhos maravilhoso. Cai muito bem em saladas, em verduras cozidas, em carnes, no arroz...
Preparei tudo na noite anterior e no dia só assei.
RECEITA!
1 filé de porco limpo (sem as pelinhas)
1/2 cebola ralada
3 dentes de alho ralados
2 colheres de sopa de chimy-chumy
2 colheres de sopa de manteiga
Sal e pimenta (pq eu sou aviciada)
papel alumínio
Passei sal e pimenta no filé, fiz a pasta com todos os outros ingredientes numa tigela pequena. Coloquei sobre a mesa uma folha grande de papel alumínio (o lado brilhante sempre voltado para o alimento), coloquei o filé, fiz uns furinhos nele e fui espalhando a pasta. Ficou parecendo um baguete de alho. Fechei dando umas 3 voltas com o papel, pus na geladeira e na manhã seguinte assei em forno médio por 30 minutos. Abri, deixei dourar um lado por 10 minutos, regando com o molhinho e depois do outro mais 10 minutos (nesses últimos 10, pus as batatas levemente cozidas junto). Fica muito gostoso e o cheirinho que fica na cozinha é divino.
Para o molho da salada bati no liquidificador 1/2 pote de iogurte natural com 1/2 maço de hortelã, suco de 1 limão, sal e azeite.
Ficou bem refrescante e surpreendeu como combinou com as batatas coradas.
Começando mais um capítulo de minhas aventuras culinárias, hoje com a maravilhosa, espetaculosa, suculenta e vitaminada Costelinha de Porco.
Comida boa é aquela que dá prazer. E o prazer que uma Costelinha de Porco proporciona é significativo...
Depois de tudo pronto e foto feita, comecei a comer educadamente com garfo e faca, cortando finos nacos de carne. Marido do lado olhava, ria e já segurando a costela com a mão, disse: "é um pecado comer essa costela com garfo e faca!". Aceitei o conselho de graça e daí por diante foi só alegria. Peguei a bicha de jeito, com vontade de que não acabasse nunca e roí cada milímetro, achando uma dentada melhor que a outra. A moça educada saiu do meu corpo, ficou apenas o animal carnívoro. Ficamos lambuzados da testa ao cotovelo, rindo um da lambuzeira do outro. A combinação com o vinho foi perfeita, a saladinha e as batatas também ajudaram a 'dissolver' a gordura. Depois disso, só um bom banho e uma sesta para continuar o dia...
Juro que a bendita costela elevou muitíssimo nossos níveis de serotonina.
Recomendo como anti-depressivo...
Costela de Porco no Saquê:
Deixei a costela marinando por umas 3h, virando de quando em quando, na seguinte mistura:
1 copo de saquê mirim licoroso
1 cebola ralada
1 colher de sopa cheia de mostarda `a L'Ancienne
Sal e pimenta do reino
Depois assei em tacho de ferro bem quente, pincelado com óleo de milho. Para que ficasse bem cozida - principalmente na parte de baixo, a com ossos, que não entram em contato direto com o tacho - tampei alguns minutos. Quando estava bem tostadinha, cortei na tábua de carne e servi.
Dica preciosa: quando houver gordura na carne, sempre coloque primeiro o lado sem gordura na assadeira. A gordura derrete e migra para dentro da peça, deixando-a mais suculenta e macia.
Salada Refrescante:
Rúcula, Alface, Hortelã picados, com tomates cereja inteiros e pimenta rosa.
Molho: azeite, sal e vinagre de vinho tinto.
As batatas foram previamente cozida e colocadas sem casca no tacho de ferro após a retirada da carne, apenas para corar.
Fiquei um pouco morgada, confesso, pela quantidade de receitinhas engordantes que pus aqui... É que essas "engordantes", me justifico, são as que eu faço de quando em vez, em momentos especiais. Minhas saladinhas e comidinhas saudáveis do dia-a-dia, faço normalmente tão com as mãos nas costas e tão na hora da fome que esqueço de fotografar, de anotar as quantidades. E receita sem foto, néam??? Bem, vou tentar melhorar nesse ponto e voltar a postar delicinhas por aqui.
Hoje é o dia do show de Amy Winehouse aqui em Recife. Tenho acompanhado o "Amy soltou um pum" da impressa na web e li hoje essa matéria aqui, que me deixou um pouco mexida. Lembrei de Cassia Eller, de quem sou fã desde a infância e tive a oportunidade de ir a 3 shows na vida. O primeiro foi no festival de inverno de Garanhuns, onde ela cantou uma música de Jimi Hendrix enquanto fumava um cigarro e mostrava os peitos. Foi muito rock and roll pros meus 17 anos! "Do caralhoooo!!!"
Depois foi o da Concha Acústica da UFPE. Ela novamente mostrou os peitos e trouxe na percussão LanLan e Tamyma Brasil que estavam com os cabelos azuis e verde. Tocaram "pra caralho"! O mais legal desse show foi que o segurança ficou com pena de mim, de tanto que eu (com meu metro e meio) me espremia e levava porrada no gargalo do palco, que me pôs ao lado dele, a apenas 5 degrauzinhos de distância Dela. A saliva e o suor Dela pingavam em mim. Me sentia maravilhada com as secreções da 'ídala'...
Passaram-se alguns anos, Cássia Eller fez o Acústico MTV. Depois disso, TODOS gostavam dela. Show em Recife, lá estava eu. Classic Hall era o lugar. Só para constar, é onde o Rei Roberto Carlos canta quando vem por aqui. O lugar é fechado, no ar-condicionado, coisa que já não me atrai muito. Mas era Cássia Eller, né? Que mudança no público! Fiquei me sentindo um peixe fora d`água junto `aquelas meninas todas de cabelos louros e lisos e saltos Luís XV. E aqueles meninos fortões? Como assim?
Bem. Quando foi anunciada a entrada Dela no palco, uma menina dessas subiu nos ombros de um rapaz desses, bem na minha frente. Soltei um PQP, mas normal, coisa de show. Mal deu tempo de me arrumar um pouquinho para o lado, quando vi dezenas de latinhas de cerveja voando na menina que estava no alto. Ela desceu correndo, coitada. Que público era AQUELE??? O show não era dos mais baratinhos, as meninas com certeza, passaram horas no salão de beleza e os meninos na academia, pra chegar ali e em menos de 1 minuto vandalizar geral??? Putz...
Uma coisa é certa: dinheiro e educação nem sempre andam juntos... Muita gente não está nem aí pra nada nem pra ninguém.
E a merda é que estou achando que vou encontrar essa mesma galerinha do mau mais tarde, no show de Amy. Pobre da menina. Tomara que não entenda nada de português. A bicha é monstrinha mesmo, isso é inquestionável, mas ter 'fãs' que aplaudem os goles numa bebida qualquer que ela deu no palco? Que acham engraçadíssimo possibilidade de uma pessoa que está em processo de reabilitação cheirar cocaína durante o show? O Cirque du Soleil passou por aqui não faz muito tempo...
Eu não dei 200 paus num ingresso pra ver nega desmaiar no palco. Esse 'espetáculo' não me interessa. Tanto que só comprei minha entrada depois que ela, direitinha, fez show em Floripa e no Rio.
Gosto dela pela voz, pelas canções, pelo style, porém a vida louca que ela leva, pode acabar por levá-la, como levou Cássia Eller, que aparentemente não era nem tão estragada. Tinha mulher e filho, não era tão largada no mundo quanto Amy. É isso que ela me parece: uma mulher sem ninguém por ela no mundo. Basta ver o olhar perdido, o cabelo com o topete que cresce ao ritmo de suas crises depressivas, as aloprações em bares, porres, peitos e banguelices...
Quero vê-la mais tarde, para provar o som de sua voz, ao vivo.
É isso que vai importar...
E nessa madrugada, pensando nela, em Cássia e em mulheres que como tantas, têm um poder tão grande, executam obras tão belas e mesmo assim, acabam atraindo um monte de fuleragem para si mesmas, fiz esse Cheese Cake.
Com muito carinho.
Ingredientes:
Massa de biscoito:
1 +1/2 pacote de biscoito maizena passado no liquidificador
2/3 de um pote de 200g de manteiga em temperatura ambiente
Massa de queijo:
1 pote de requeijão
1/2 caixinha de leite condensado
300 g de ricota em temperatura ambiente
3 colheres de sopa de parmesão ralado
1 pacote de gelatina sem sabor hidratada conforme a embalagem
Cobertura de Goiabada:
400 g de goiabada
1/2 copo de água
Preparo:
Misturei bem com as mãos a farofa de biscoito com a manteiga e fui preenchendo a forma de fundo removível, untada também com manteiga, apertando bem. Assei por 10 minutos em forno médio pré-aquecido. Quando a massa esfriou, bati no liquidificador o requeijão, o leite condensado, a ricota, o parmesão e depois de bem batido, adicionei a gelatina hidratada e bati só um pouquinho para uniformizar. Pus apenas 1/2 caixa de leite condensado e acrescentei, por minha conta e risco, o parmesão, para criar um contraste maior entre o salgado do queijo e a goiabada. Coloquei para gelar durante 2h e quando esfriou, pus goiabada derretida - já fria - com um pouco de água no fogo brando. Deixei na geladeira por 1/2 noite e uma manhã.
Conta a lenda, que num dia 29 qualquer, na Itália, um andarilho bateu num casebre, pedindo comida. A família, mesmo numerosa e com pouca comida, dividiu o rango com o pobre homem. 7 bolotinhas de nhoque em cada prato. O senhor comeu,agradeceu e foi embora. Quando foram tirar os pratos da mesa, pasmem!, embaixo de cada prato, havia uma cédula de dinheiro!.O andarilho era ninguém menos que São Genaro e por isso, todo dia 29 é dia de Nhoque, ou Gnocchi ;) A tradição diz que comer os primeiros 7 pedaços de pé, com uma cédula de dinheiro embaixo do prato, garante fortuna e fartura durante todo o mês.
É um prato delicioso, muito barato e relativamente fácil de fazer. Cheguei a tirar o espinafre e a ricota da geladeira, mas como há anos não fazia, resolvi ficar com a receita clássica mesmo: massa de batata e molho a bolonhesa. O fogo de nhoque é que quando sai errado, não tem conversa, nem parmesão que dê jeito... Por isso é legal ir pondo a farinha aos pouquinho e com a água já fervendo na panela, testar pequeníssimas porções. A média é mais ou menos assim: uma batata grande e três tomates por cada prato. Deixei logo o molho prontinho na panela, cozinhando num fogo bem baixo, enquanto cozinhava o nhoque.
Ingredientes (para 2 pratos BEM grandes):
Massa:
2 batatas grandes
1/2 xícara de farinha de trigo (um pouco mais, um pouco menos, dependendo da batata)
1 colher de sopa de manteiga
1 colher de sopa bem cheia de parmesão ralado
1 ovo
1 pitada de sal
Preparo:
Fiz primeiro o molho.
Descasquei as batatas e cozinhei até ficarem beeeem molinhas. Numa bacia, amassei com um garfo, esperei esfriar um pouco (fica mais fácil de manusear). Coloquei os demais ingredientes e misturei. Tirei uma colherada da massa, coloquei sobre a tábua, polvilhada com a farinha de trigo, fiz a cobrinha e cortei os pedacinhos. Testei na água fervendo com um fio de azeite. Experimentei. De primeira já deu o ponto, estava ótimo. Bem macio. Coloquei uma assadeira com papel toalha, polvilhado com farinha do lado da tábua, fui fazendo as cobrinhas, cortando e pondo na assadeira. Depois, enchia a escumadeira com as pseudo-bolinhas e ia afundando na água, mexendo de leve para não grudar. É bem rápido. Quando o nhoque sobe para a superfície da panela, tá pronto. É bom servir logo, bem quentinho, com um bom molho por cima.
Essa foi a provinha. Com molho, claro!
NHAM!
Depois dessa 'maravilha toda' vou agora correr pra pegar a aula de step!!!
Um sabadão delicioso em família, pedia uma comidinha especial. Antes do convite, a dúvida: o que fazer? Que receita testar??? Vendo fotos e mais fotos, me deparei com um belíssimo prato de Macarrão `a Putanesca. O olho bateu, o estômago sorriu e o cérebro reagiu: é esse! Convite feito, convite aceito. Corrida para comprar os ingredientes que faltavam e chegaram todos.
Como é bom farra na cozinha! Para mim, são as melhores.
Vinho na taça, ingredientes no balcão e o som dando o ritmo do preparo.
De entradinha, rolou um patezinho de shitak com abobrinha nas torradinhas de Mamãe e uma conserva de beterraba deliciosa que meu Padrasto fez. Meu irmão pôs o avental e ajudou em tudo... Foi tudo muito gostoso. Encontramos uma alcaparra enorme espanhola, deliciosa, que deu um charme extra ao prato.
Vamos `a receita:
Usei 1 caixa daquele pene colorido da barilla, para 5 pessoas boas de garfo
150 ml de azeite
2 latas de aliche
2 latas de tomates pelados
150ml de polpa de tomate
15 alcaparrões fatiados
100g de azeitona preta picada
2 dentes de alho amassados
sal e pimenta calabresa `a gosto
Coloque o azeite, o alho e o aliche na panela. Refogue até o aliche se desmanchar sozinho. Acrescente os tomates grosseiramente picados e a polpa. Deixe cozinhar até desmanchar (uns 20 minutos). Junte a azeitona e a alcaparra, o sal e a pimenta.
Na falta de parmesão, pus queijo itálico ralado na hora
Como a conversa estava muito boa, deixamos o molho cozinhar muito mais tempo, acrescentando um pouco mais de polpa, sempre que necessário. Há várias versões sobre a origem do termo 'putanesca'. A que eu ouvi mais vezes, é que essa receita era feita por senhoras casadas salientes, que a preparavam bem rapidinho, deixavam o molho cozinhando num fogo bem baixinho e iam fazer coisas que os maridos não podiam ver. Quando os maridos chegavam em casa, diziam que haviam passado o dia cozinhando...
Minha nossa, como é bom ser pernambucana e ter macaxeira assim, disponível em toda esquina! E o precinho? Na feira em algumas épocas, chega a custar R$ 0,50 o quilo!
É uma raiz muito especial, cheia de lendas (veja aqui), nativa do Brasil, tradicionalmente cultivada pelos índios, que adaptadas aos quitutes portugueses, tornou bastante peculiar a culinária daqui. Vai em bolos maravilhosos, misturada com coco, bolinhos, frita, ensopada, atolada, com queijo coalho e carne de sol, só na manteiguinha de garrafa, com ovo... Quase tudo que você misturar com ela vai bem...
E os subprodutos, então? Beiju, tapioca, sorvetes!
Fiquei especialmente satisfeita com a macaxeira, depois que li essa matéria aqui, meninas... É deliciosa, barata, super-nutritiva e incrivelmente versátil. Na receitinha de hoje, usei a macaxeira cozida do café da manhã do dia anterior, que maridinho fez. Já contei que conquistei ele levando macaxeira de presente??? hahaha funcionou, viu gatas? ;)
+ou- 400g de macaxeira cozida e amassada 200g de carne moída 1colher de sopa de extrato de tomate 1 pitada de cominho em pó Manteiga de garrafa 1/2 tomate, 1/2 cebola, 1 dente de alho, um pedacinho de pimentão vermelho picadinhos cebolinha e majericão fresco, picados sal, pimenta-do-reino e uma pitada de açafrão
Refogue as verduras na manteiga de garrafa e acrescente a carne e o cominho. Tempere com sal e pimenta e mexa até cozinhar. Jogue a macaxeira, o extrato de tomate e acrescente água (pode ser leite também) até atingir a textura cremosa de um purê durinho. Coloque o açafão, acerte o sal e finalize com a cebolinha, o manjericão e um pouquinho de manteiga de garrafa.
Aerado, chocolatão, gelado e crock-crock.
Há tempos não fazia sobremesa e precisava muitíssimo comer um doce (mesmo que não tão doce).Por esses dias, conheci um rapaz, vegetariano e que há 2 anos não comia nada doce. Nada, nem mel.
Fiquei realmente 'inédita' com o fato. Como uma pessoa pode ser feliz na vida sem açúcar?, perguntei a ele. Não lembro da resposta que ele me deu... Entrou por um ouvido e saiu pelo outro.
Não, não, não.
Impossível de imaginar... Não é normal...
Poxa vida, rapaz... Recusar um doce de caju??? É loucura. A vida sem geleia??? Como pode? Até os diabéticos hoje em dia, tem acesso a felicidade de comer um pudim!
Para me curar de tanta perplexidade, só esse Mousse de Chocolate.
Receita:
1 barra (175g) de chocolate amargo 55% cacau
1/2 frasco de cereja ao maraschino picadas em 4
1/3 de xícara de castanhas torradas, quebradinhas
1 lata de creme de leite
2 claras batidas em pico
1 colher de chá de essência de baunilha
2 colheres de sopa de açúcar
Numa tijela de vidro, derreta o chocolate picado no microondas (põe 1 minuto, abre, mexe um pouquinho, repete essa operação até ficar completamente derretido). Com um fuê, misture o creme de leite ao chocolate. Bata as claras até até formar picos. Acrescente a baunilha e o açúcar e bata bem. Misture `a tijela do chocolate, coloque a castanha e as cerejas e ponha na geladeira por umas 3 horas. Se preferir, coloque já em forminhas individuais. :p
Tão deliciso e bonito, que não resisti e pus um montão de fotos
Manhã de bobeira, resolvemos dar uma caminhadinha e aproveitar para fazer as compras. Mochila nas costas, fomos num super-mercado distante 1,5km de casa. Me surpreendi com uma montão de ingredientes diferentes nas prateleiras, entre eles o cuscuz de arroz e o danadinho do Macarrão Ave Maria. A princípio pensei em coloca-lo numa sopa, já que é uma massinha bem curta. Cheguei em casa, e ela, a criatividade, voltou a me visitar... Uma fome danada (maior roubada é fazer compras com fome!), finalmente cheguei ao Menu do dia: seria o macarrão com um molho de tomates e verdinhos bem denso e picante com linguiça portuguesa. Ficou MUITO, MUITO gostoso. O 'segredinho' aqui foi picar bem miudinho todos os ingredientes, para que nada ficasse maior que a massa.
RECEITA!
Molho:
4 tomates grandes bem maduros picadinhos (com casca, semente e suco)
1 cebola grande ralada
1 dente de alho espremido
1/2 linguiça portuguesa picadinha
15 folhas de escarola picada BEM fininha
tomilho, sal, pimenta calabresa e azeite
Doure a cebola e o alho no azeite. Acrescente os tomates e deixe cozinhar bastante e fogo baixo e panela tampada, até que esteja bem grosso. Salgue, tempere com um pouco do tomilho e a pimenta calabresa. Numa frigideira com um fio de azeite, asse a linguiça e jogue a chicória até murchar. Misture no molho e apague o fogo.
Massa pronta e no prato, coloque 1 colher de sopa bem cheia de mussarela picadinha e derrame a concha de molho por cima. HUUUM
cheia de graça
Detalhe 1: Calorias? O que é isso?
Detalhe 2: Cuidado! A pimenta calabresa é uma delícia de ardida!
Há dias em que tudo está lindo e só de ver o sol brilhar, começam a surgir idéias e mais idéias... Mas tem hora que não rola: você espreme, puxa e repuxa e não sai do lugar. É interessante notar que muitas vezes a obrigação traz a inspiração. Aquela coisa do ‘Se não, fudeu’. Nesses casos, sempre lembro de 2 músicas, grandes sucessos da MPB: Luiza e Anos Dourados.
Fico imaginando Tom Jobim e Chico Buarque no processo de criação: será que eles se debatiam horas numa oração? Será que eles se irritavam com os prazos?
Acho que não. As vezes precisamos mesmo desse tempo, dessa data limite, para as coisas saírem meio que sozinhas da mente. Como um botão? Não. Mais como coceira do que como botão. E a fonte das palavras? De onde brota? De onde vem?
"A palavra certa, que faça o mundo andar"
4 musiquinhas para pensar nisso enquanto se faz o almoço - sem a mínima inspiração
Hebert Vianna:
Essa tá no meu Top10 de musicas lindas. Sei que foi feita sob encomenda para um papel numa novela que Vera Ficher interpretou nos anos 80...
Essa, também para abertura de novela, já chegou com o título. Tom e Chico arrasaram...
Quibe de Bandeja:
1 xícara de soja
1 xícara de trigo para quibe
1/2 colher de chá de cominho em pó
1 colher de chá de canela em pó
1 colher de chá de mostarda em pó
1 xícara de coentro e cebolinha picados
1 cebola picada
1 tomate picado
2 dentes de alho picados
1/2 xícara de folhinhas de hortelã bem picadinha
Sal, pimenta do reino e azeite
Preparo:
Cubra o trigo com água. Hidrate a soja como manda o figurino. Refogue a soja com metade de todos os ingredientes, menos a hortelã. Coe o trigo, espremendo bem. Misture tudo (a soja refogada, o trigo, o resto dos temperos e a hortelã. Unte uma refratária pequena com azeite e coloque o quibe, apertando bem na forma. Risque quadradinhos (do tamanho de uma porção) e derrame azeite nas divisões. Asse até dourar em fogo alto (uns 30 minutos).
Já no prato, regue com azeite e gotinhas de limão. É ótimo com carne no lugar da soja também...
Purê de milho com queijo
ingredientes:
1 xícara de milho debulhado e cozido em água e sal (tenho ainda congelado do São João!)
2 xícaras de leite
1 colher de sopa + 1 de chá de manteiga
1 fatia de queijo prato
3 colheres de sopa de parmesão ralado.
Preparo:
Bata o milho no liquidificador com o leite. Derreta a colher de manteiga na panela e despeje o milho batido. Não pare de mexer. Quando começar a ferver, adicione os queijos. Misture bem até incorporar. Desligue o fogo, junte a colher de chá de manteiga.
+ Arroz integral descongelado com ervilhas + Salada de alface com tomates, no azeite, vinagre de laranja e gersal
Há mais de 45 anos cientistas pesquisam as rochas magmáticas nos Andes. Foram encontradas pequenas protuberâncias nas pedras, muito parecidas com mamilos, das quais brotavam um fino líquido vermelho fosforescente. Um grupo de pesquisa liderado pela Dra. WhoMommy começou a estudar o fenômeno e descobriram um grande potencial nutritivo no tal líquido. Batizado de “Leite de Pedra”, foi constatado que nada em toda a natureza tem tantas vitaminas e sais minerais. Recentemente testes com alguns tipos de hormônios foram injetados nas protuberâncias, o que intensificou a produção do leite.
A partir deste mês , graças a essa tecnologia, você pode encontrar o Leite de Pedra Magmática para substituir até 2 refeições diárias! É só por no microondas por 1 minuto, agitar o potinho e ter a explosão de nutrientes completamente natural todos os dias!
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Loucura? Pois é o que sinto vendo certas propagandas de alimentos industrializados. A última de um macarrão instantâneo, com fogões passeando pela roça e as cozinheiras colhendo vegetais frescos, é realmente surreal... Como podem? Estão querendo enganar a quem???
Outra propaganda diz “fulana, arroz perfeito há um ano”???
Por que caralhos substituir uma cebola e um alho picados em menos de um minuto e muito mais barato por uma m**** de pó branco, fino e brilhante, que você nunca viu mais gordo?
Vamos combinar, né???
E a de um complemento alimentar infantil? Fofo o ‘gostí' do pequeno, rapaz... Mas a Mamãe dizendo que também ‘gostí’? Ô mamãe... Já vi muitas tias batendo de tudo, até inhame no leitinho e dando de gagau pros priminhos... Tudo aí, saudável que só eles...
Sei não...
Já tem comida em capsulas, gente!
Ai, talvez tomar com um copo de água não seja tão higiênico, né? INJETA NA VEIA!
Cadê a comida de verdade?
EM EXISTINÇÃO nos supermercados.
AHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Menu Revoltado e Rápido de Hoje:
Arroz com Chicória e Gersal Peixe assado com Gengibre e Wassabi Salada
Arroz:
1 xícara de arroz integral cozido sem sal
6 folhas de chicória picada fina
1/2 cebola
2 dentes de alho
1/2 colher de sopa de gersal*
Cozinhe 1 parte de arroz integral para 4 de água.
Refogue alho, cebola e quando estiver dourado, acrescente a chicória. Deixe murchar e junte o arroz. Jogue o gersal mexa bem para incorporar e desligue.
Peixe:
4 filés de merluza, ou peixe de sua preferência.
Sal, Azeite para untar a assadeira
Wassabi em pó
Gengibre ralado (a mesma quantidade de limão
Raspas de 1 limão
Shoyo
Coloque 1 fio de azeite na assadeira e espalhe. Salgue LEVEMENTE os peixes. Em um pires, misture as raspas de limão, a mesma quantidade de gengibre ralado, 2 colheres de chá de Wassabi em pó e 6 colheres de chá de shoyo. Distribua essa pastinha uniformemente sobre os filés. Corte o limão em rodelas finas e coloque por cima. Forno alto por uns 30 minutos (até a assadeira ficar quase seca) - depende muito do forno.
Salada:
5 folhas grandes de alface crespa
5 folhas grandes de alface lisa
2 tomates bem maduros
1 colher de sopa de hortelã picadinha
1 manga de vez (bem durinha)
Lave tudo, pique do jeito que achar mais bonito e monte a saladeira.
Molho da salada:
3 colheres de sopa de shoyo
1 colher de chá de wassabi em pó
1 colher de chá de gengibre
1 colher de chá de pimenta
1 colher de chá de óleo de gergelim torrado
*gersal = gergelim torrado com sal. Pode ser feito na frigideira mesmo, sempre mexendo. Quando começar a pipocar, despeja no liquidificador e tritura. É bom em tudo e misturado ao requeijão é tido como o melhor substituto da manteiga em pães e torradas.